onu

A importância da ONU

Notícias

A Organização das Nações Unidas (ONU) celebra hoje, 24 de outubro, seu 73º aniversário. A maior instituição internacional presta especial atenção à educação como uma das principais ferramentas para o desenvolvimento das sociedades, que passa por ser um dos grandes objetivos, e a autêntica razão de ser da FUNIBER como entidade.

Tal como o dia de hoje, em 1945, entrava em vigor a Carta das Nações Unidas, o tratado internacional fundador da organização, que os membros iniciais da organização assinaram em junho deste mesmo ano. A ONU nasceu ao término da Segunda Guerra Mundial para substituir a falida Sociedade das Nações, que por sua vez nascerá após a assinatura do Tratado de Versalles e o final da Primeira Guerra Mundial.

Conquistas

A organização nasceu com vários objetivos, um dos quais sendo prevenir conflitos armados após os horrores vistos na primeira metade do século XX, e, mesmo sendo indiscutível que ainda não conseguiu cumprir tal propósito, teve sim um papel importante na prevenção de conflitos globais, inclusive em um mundo marcado pela Guerra Fria. Apesar disso, suas conquistas mais destacadas chegaram em outras frentes, por exemplo:

– A Declaração dos Direitos Humanos, que é considerada uma das grandes conquistas da ONU, assinada em 1948 e, ainda que por si mesmo apenas constitua poucas linhas a se seguir e não um acordo internacional, é muitas vezes citada em muitas constituições e legislações nacionais e internacionais e também é parte essencial da Carta Internacional dos Direitos Humanos, que inclui acordos vinculantes para os países signatários. A Declaração é também um documento de referência que contribuiu para uma mudança na forma de pensar ao longo da segunda metade do século XX e inícios do XXI.

– O Acordo de Paris, um acordo internacional que estabelece medidas e sanções para a redução de gases do efeito estufa, que entrará em vigor em 2020, quando finaliza a vigência do Protocolo de Kioto. Também foi uma conquista alcançar que o resto dos países signatários ratificassem o acordo quando Donald Trump decidiu, em 2017, que os EUA se retirariam do pacto. A ONU mostra reiterada preocupação pela mudança climática, pelo desenvolvimento sustentável e pela implantação de energias renováveis.

– Os dias internacionais ou mundiais, que em determinadas ocasiões comemoram festividades ou celebrações, mas também são usados como uma efetiva ferramenta de conscientização diante de pandemias ou situações de interesse geral, como a AIDS ou a mudança climática

– A Agenda 2030, fato em que a ONU expandiu seus campos de atuação progressivamente e na atualidade abrange um grande número de setores da atividade humana e dos países, o que permitiu elaborar uma série de objetivos de desenvolvimento sustentável que devem se cumprir em 2030, propósitos que abarcam temas como a saúde, a fome, a pobreza, a igualdade de gênero, a vida marinha ou a educação.

A importância da educação

A ONU trabalha para erradicar o analfabetismo no mundo. As missões de paz da organização buscam garantir transições democráticas, mediar conflitos e assegurar as condições ideais para evitar a pobreza e possibilitar assim o acesso da população a uma educação básica, algo que ajudaria a prevenir conflitos e a conseguir desfazer disputas mediante um diálogo razoável, algo que a ONU tenta realizar, ainda que nem sempre com sucesso, desde sua fundação.

As instituições educativas e também aquelas que possibilitam o acesso a formações, como é o caso da FUNIBER e seu Programa de Bolsas, possuem um papel muito importante na conquista da redução do analfabetismo no mundo, um dos objetivos da Agenda 2030.

A FUNIBER apoia e colabora com centros educacionais e instituições de vários tipos em diversos países, a fim de facilitar o acesso a uma formação sólida para quem deseje, sem exclusões ou restrições. A Fundação também oferece educação à distância para a qual não é necessária a criação de infraestrutura adicional pelas administrações locais e regionais, um sistema que, além de estimular o crescimento de áreas em desenvolvimento através da formação de suas habitantes, permitem que essas regiões invistam seus recursos em outras áreas.

Reconhecendo também que o papel crucial da mediação pacífica em muitas situações, a FUNIBER tem patrocinado há algum tempo o Mestrado em Resolução de Conflitos e Mediação, um programa ensinado na perspectiva da psicologia que oferece um treinamento muito completo para a resolução de disputas em um grande número de situações, desde pequenas brigas locais até confrontos nas mais altas esferas políticas.

A FUNIBER, assim como as instituições de ensino que detêm os mestrados e doutorados que patrocina, junta-se mais um ano às comemorações do aniversário da ONU, com as quais a Fundação concorda plenamente com seus princípios e objetivos, e deseja à maior organização internacional do mundo muitos sucessos no futuro. E que cumpra outras comemorações mais.

| , , , , , ,

A educação on-line continua a crescer

A educação on-line continua a crescer

Notícias

Os estudos on-line são uma opção de formação da qual cada vez mais estudantes recorrem. Essa dinâmica de crescimento por parte dos estudos não presenciais só se fortaleceu nos últimos anos, em especial entre os maiores de 25 anos. Este crescimento confirma os benefícios de um sistema de ensino que nasceu despertando dúvidas, mas que cada vez mais é popular.

O exemplo dos Estados Unidos

Trata-se do país no qual a aprendizagem on-line está mais desenvolvida. Não é à toa que é o país de nascimento de projetos como o Master Class, e o que geralmente aponta as futuras tendências na matéria, tanto em novidades como em crescimento percentual. Recentemente, algumas das instituições mais importantes em matéria de educação virtual elaboraram um estudo no qual analisam o estado das graduações on-line no pais, chamado Grade increase. Tracking distance education in the United States, o qual possuiu resultados relevadores: com dados de 2016, o número de estudantes das graduações on-line cresceu durante 14 anos seguidos, sendo acentuado nos últimos anos, superando 5%.

Atualmente, praticamente um terço dos estudantes universitários do país (31,6%) estudam a distância, seja exclusivamente ou alternando os estudos virtuais com outros presenciais, o que demonstra o que provavelmente seja a grande vantagem dos cursos não presenciais: sua flexibilidade.

O caso da Espanha

Os números não se aproximam dos percentuais apresentados no caso norte-americano, mas mostram a mesma tendência que os Estados Unidos vêm acompanhando há anos: um crescimento ostensivo e consistente. O Ministério da Educação espanhol publicou recentemente seu relatório de dados sobre a educação espanhola, sendo as estatísticas do período acadêmico 2015-2016 as mais recentes, que mostram que o número de universidades on-line que neste período ofereceram graduações na Espanha era de 25, enquanto que dez anos atrás era apenas de 2.

A porcentagem de matriculados em cursos superiores on-line na Espanha já chega a 15% de todos os estudantes universitários, sendo que no biênio 2005/2006 nem sequer eram um dado suficientemente significativo para que fosse considerado pelo Ministério. Neste ano acadêmico de 2015-2016, de acordo com o portal El Economista, a demanda de mestrados on-line na Espanha cresceu 300%, e os cursos on-line ofertados pelas universidades do mesmo país cresceram 17% de acordo com o relatório “Universitic 2017: análisis de las TIC en las Universidades Españolas”.

A educação virtual na América Latina

Um relatório publicado nas jornadas Virtual Educa aponta um crescimento de mais de 6% da educação on-line em toda a América Latina no ano de 2016, com algumas regiões apresentando um crescimento de até 30% em um ano, sendo estes dados muito superiores às taxas de expansão registadas na educação presencial.

Os dados de crescimento da região dão a entender que a margem de crescimento segue sendo grande, o que nos faz pensar que a educação on-line possui um futuro brilhante na América Latina, particularmente em países como o Peru, nação com uma notável quantidade de centros oferecendo graduações a distância, mas onde que apenas 7% dos estudantes universitários cursam graduações virtuais.

Outro dado do otimismo apontado no relatório é a aposta de países como o Brasil, México, Colômbia e Cuba na promoção dos cursos virtuais entre os membros de seus setores públicos.

O exemplo da FUNIBER

A Fundação Universitária Iberoamericana (FUNIBER) é consciente das vantagens e oportunidades oferecidas pela educação on-line e por isso há anos patrocina programas de mestrado, especializações e doutorados que oferecem conteúdos atualizados e que são reconhecidos por universidades com as quais a Fundação possui convênio de colaboração. Da mesma forma, a FUNIBER procura contribuir para a expansão da educação à distância e facilitar o acesso a programas que patrocine a todos os níveis da sociedade, por meio de acordos estratégicos de colaboração com instituições públicas e privadas de diferentes setores.

Uma amostra da alta qualidade dos programas que podem ser cursados virtualmente pode ser vista nos testemunhos dos alunos de mestrado e doutorado que a FUNIBER patrocina. Os estudantes muitas vezes destacam a qualidade dos conteúdos e o quão atualizados estão estes, além do apoio recebido por parte dos profissionais da Fundação.

| , , , , , , , , , , , , , ,

Dia Internacional da Alfabetização

A alfabetização como ferramenta essencial para o desenvolvimento

Notícias

A FUNIBER se junta hoje, dia 8 de setembro, ao Dia Internacional da Alfabetização, uma jornada de conscientização mundial instaurada em 1965 pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), organismo que estima em pelo menos 750 milhões o número de pessoas iletradas no mundo atualmente.

Em decorrência que do fato de que o analfabetismo possa parecer um problema minoritário ou do passado, os números oferecidos pela UNESCO apontam uma realidade bem diferente. Calcula-se que dois terços das pessoas que não dispõem das habilidades e competências básicas de leitura, escrita e cálculo são mulheres; também se estima que mais de 100 milhões são de jovens entre 15 e 24 anos. De acordo com a UNESCO, este atraso no acesso a uma educação básica é, além de tudo, um problema que impede que muitos dos 192 milhões de desempregados em todo o mundo consigam um emprego.

O Dia Internacional da Alfabetização é uma iniciativa que a UNESCO estabeleceu há mais de cinco décadas, no marco do Congresso Mundial de Ministros da Educação sobre a Erradicação do Analfabetismo, celebrado em Teerã (Irã). Naquela ocasião, estabeleceu-se a “alfabetização funcional” como uma ferramenta chave no desenvolvimento e não como um fim em si mesma, uma errônea percepção estendida ainda na atualidade. Esta ideia da alfabetização como instrumento se manteve quando a Organização das Nações Unidas (ONU) elaborou em 2015 os Objetivos para o Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030, sendo o de número 4 a garantia do acesso a uma educação de qualidade.

Metas para superar o analfabetismo

Os propósitos da ONU em matéria de educação em sua Agenda 2030 incluem garantir o acesso a uma educação primária e secundária gratuita e de qualidade, erradicar o analfabetismo entre os mais jovens e reduzi-lo ao máximo entre os já adultos, eliminar a disparidade de gênero na educação, garantir o acesso das pessoas com deficiências e necessidades especiais ao ensino e aos centros educativos, assegurar o acesso a formações superiores e profissionais de qualidade e aumentar de forma significativa o número de pessoas com a formação necessária para adentar ao mercado laboral.

Outras das metas contemplam o aporte de elementos que são vistos como essenciais para o cumprimento dos propósitos mencionados anteriormente, como é o caso do aumento considerável do número de bolsas e ajuda ao estudo a nível mundial e um aumento substancial na oferta de docentes qualificados para países em vias de desenvolvimento, objetivo no qual se valoriza também a possibilidade de fomentar a cooperação internacional.

Prêmios Internacionais de Alfabetização da UNESCO

Desde 1967 e com a intenção de premiar a excelência e a inovação em matéria de alfabetização, a UNESCO concede os Prêmios Internacionais de Alfabetização a iniciativas que promovam a alfabetização de maneira eficaz. Os prêmios são entregues anualmente na véspera do Dia Internacional da Alfabetização, e atualmente existem duas categorias:

  • O Prêmio de Alfabetização UNESCO-Rey Sejong; estabelecido em 1989 e do qual são entregues dois prêmios a cada ano. Conta com o apoio do governo sul coreano, pelo qual leva o nome de um célebre monarca coreano. Presta atenção a iniciativas relacionadas com o desenvolvimento e a alfabetização em língua materna.

 

  • O Prêmio UNESCO-Confúcio de Alfabetização; entregue desde 2005 a três premiados em cada edição, concentrando-se em projetos que aproximem a alfabetização a zonas rurais e a jovens não escolarizados, particularmente meninas e mulheres. É um prêmio que conta com o apoio do governo chinês.

 Iniciativas contra o analfabetismo

Atualmente, há uma infinidade de projetos que combatem o analfabetismo no mundo e apesar da grande maioria talvez nunca adquirir a notoriedade e os prêmios merecidos, todos eles causam um imenso impacto e empregam seu “grãozinho de areia” para construir um mundo melhor. Exemplos magníficos de iniciativas a favor da alfabetização são a Escuela de Mujeres de Frente em Quito (Equador), iniciada como um projeto pela alfabetização de detentas e que atualmente oferece classes para mulheres de todas as idades e diferentes procedências, a Escola flutuante idealizada por um professor filipino para conseguir aproximar a educação às crianças que não dispunham de meios para ir para a escola, ou a iniciativa do povo indiano de Bhilar de converter casas particulares em bibliotecas públicas.

 Alfabetização e o desenvolvimento de competências, lema de 2018

A definição de alfabetização foi modificada desde que se instaurou o Dia Internacional da Alfabetização, onde a UNESCO deseja enfatizar aspectos do ensino a cada ano. Sendo assim, em 2017, o tema escolhido foi a alfabetização na era digital, com o qual se fomentou a aprendizagem das habilidades necessárias para aproveitar o que nos oferecem as novas tecnologias, sendo que este ano será dada atenção à alfabetização e o desenvolvimento de competências, com o qual se dará especial ênfase ao desenvolvimento de capacidades que podem satisfazer as necessidades do mercado de trabalho em cada momento.

O papel das formações a distância

O crescimento das formações não presenciais dá uma ideia da importância que estas podem adquirir em um futuro não muito distante, particularmente relacionando com o que o Dia Internacional da Alfabetização pode oferecer com a temática de 2018, uma vez que são oferecidas formação e capacitações profissionais em disciplinas muito diferentes a pessoas que podem encontrar-se em dificuldades de comparecer presencialmente a estas classes nas escolas e centros educacionais.

Nesta linha, a intenção da FUNIBER é precisamente facilitar o acesso a toda classe de pessoas a mestrados, doutoras e especializações universitárias de qualidade, por isso patrocinando as titulações superiores on-line da rede universitária com a qual colabora. Ainda assim, a Fundação oferece facilidades econômicas para poder cursar as formações mediante seu Programa de Bolsas, um sistema de auxílios ao estudo na mesma sintonia com os objetivos estabelecidos pela UNESCO na Agenda 2030.

A adesão da FUNIBER ao Dia Internacional da Alfabetização ratifica o sólido compromisso da Fundação com a Responsabilidade Social Coorporativa, demonstrando mais uma vez sua vontade de promover a educação, o conhecimento e a cultura, assim como de perpetuar o pensamento crítico e a criatividade, princípios que estão estreitamente relacionados com todas e cada uma das atividades que a FUNIBER realiza.

 

| , , , , , , , , , ,