A educação on-line continua a crescer

A educação on-line continua a crescer

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Os estudos on-line são uma opção de formação da qual cada vez mais estudantes recorrem. Essa dinâmica de crescimento por parte dos estudos não presenciais só se fortaleceu nos últimos anos, em especial entre os maiores de 25 anos. Este crescimento confirma os benefícios de um sistema de ensino que nasceu despertando dúvidas, mas que cada vez mais é popular.

O exemplo dos Estados Unidos

Trata-se do país no qual a aprendizagem on-line está mais desenvolvida. Não é à toa que é o país de nascimento de projetos como o Master Class, e o que geralmente aponta as futuras tendências na matéria, tanto em novidades como em crescimento percentual. Recentemente, algumas das instituições mais importantes em matéria de educação virtual elaboraram um estudo no qual analisam o estado das graduações on-line no pais, chamado Grade increase. Tracking distance education in the United States, o qual possuiu resultados relevadores: com dados de 2016, o número de estudantes das graduações on-line cresceu durante 14 anos seguidos, sendo acentuado nos últimos anos, superando 5%.

Atualmente, praticamente um terço dos estudantes universitários do país (31,6%) estudam a distância, seja exclusivamente ou alternando os estudos virtuais com outros presenciais, o que demonstra o que provavelmente seja a grande vantagem dos cursos não presenciais: sua flexibilidade.

O caso da Espanha

Os números não se aproximam dos percentuais apresentados no caso norte-americano, mas mostram a mesma tendência que os Estados Unidos vêm acompanhando há anos: um crescimento ostensivo e consistente. O Ministério da Educação espanhol publicou recentemente seu relatório de dados sobre a educação espanhola, sendo as estatísticas do período acadêmico 2015-2016 as mais recentes, que mostram que o número de universidades on-line que neste período ofereceram graduações na Espanha era de 25, enquanto que dez anos atrás era apenas de 2.

A porcentagem de matriculados em cursos superiores on-line na Espanha já chega a 15% de todos os estudantes universitários, sendo que no biênio 2005/2006 nem sequer eram um dado suficientemente significativo para que fosse considerado pelo Ministério. Neste ano acadêmico de 2015-2016, de acordo com o portal El Economista, a demanda de mestrados on-line na Espanha cresceu 300%, e os cursos on-line ofertados pelas universidades do mesmo país cresceram 17% de acordo com o relatório “Universitic 2017: análisis de las TIC en las Universidades Españolas”.

A educação virtual na América Latina

Um relatório publicado nas jornadas Virtual Educa aponta um crescimento de mais de 6% da educação on-line em toda a América Latina no ano de 2016, com algumas regiões apresentando um crescimento de até 30% em um ano, sendo estes dados muito superiores às taxas de expansão registadas na educação presencial.

Os dados de crescimento da região dão a entender que a margem de crescimento segue sendo grande, o que nos faz pensar que a educação on-line possui um futuro brilhante na América Latina, particularmente em países como o Peru, nação com uma notável quantidade de centros oferecendo graduações a distância, mas onde que apenas 7% dos estudantes universitários cursam graduações virtuais.

Outro dado do otimismo apontado no relatório é a aposta de países como o Brasil, México, Colômbia e Cuba na promoção dos cursos virtuais entre os membros de seus setores públicos.

O exemplo da FUNIBER

A Fundação Universitária Iberoamericana (FUNIBER) é consciente das vantagens e oportunidades oferecidas pela educação on-line e por isso há anos patrocina programas de mestrado, especializações e doutorados que oferecem conteúdos atualizados e que são reconhecidos por universidades com as quais a Fundação possui convênio de colaboração. Da mesma forma, a FUNIBER procura contribuir para a expansão da educação à distância e facilitar o acesso a programas que patrocine a todos os níveis da sociedade, por meio de acordos estratégicos de colaboração com instituições públicas e privadas de diferentes setores.

Uma amostra da alta qualidade dos programas que podem ser cursados virtualmente pode ser vista nos testemunhos dos alunos de mestrado e doutorado que a FUNIBER patrocina. Os estudantes muitas vezes destacam a qualidade dos conteúdos e o quão atualizados estão estes, além do apoio recebido por parte dos profissionais da Fundação.

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Dia Internacional da Alfabetização

A alfabetização como ferramenta essencial para o desenvolvimento

Notícias

A FUNIBER se junta hoje, dia 8 de setembro, ao Dia Internacional da Alfabetização, uma jornada de conscientização mundial instaurada em 1965 pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), organismo que estima em pelo menos 750 milhões o número de pessoas iletradas no mundo atualmente.

Em decorrência que do fato de que o analfabetismo possa parecer um problema minoritário ou do passado, os números oferecidos pela UNESCO apontam uma realidade bem diferente. Calcula-se que dois terços das pessoas que não dispõem das habilidades e competências básicas de leitura, escrita e cálculo são mulheres; também se estima que mais de 100 milhões são de jovens entre 15 e 24 anos. De acordo com a UNESCO, este atraso no acesso a uma educação básica é, além de tudo, um problema que impede que muitos dos 192 milhões de desempregados em todo o mundo consigam um emprego.

O Dia Internacional da Alfabetização é uma iniciativa que a UNESCO estabeleceu há mais de cinco décadas, no marco do Congresso Mundial de Ministros da Educação sobre a Erradicação do Analfabetismo, celebrado em Teerã (Irã). Naquela ocasião, estabeleceu-se a “alfabetização funcional” como uma ferramenta chave no desenvolvimento e não como um fim em si mesma, uma errônea percepção estendida ainda na atualidade. Esta ideia da alfabetização como instrumento se manteve quando a Organização das Nações Unidas (ONU) elaborou em 2015 os Objetivos para o Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030, sendo o de número 4 a garantia do acesso a uma educação de qualidade.

Metas para superar o analfabetismo

Os propósitos da ONU em matéria de educação em sua Agenda 2030 incluem garantir o acesso a uma educação primária e secundária gratuita e de qualidade, erradicar o analfabetismo entre os mais jovens e reduzi-lo ao máximo entre os já adultos, eliminar a disparidade de gênero na educação, garantir o acesso das pessoas com deficiências e necessidades especiais ao ensino e aos centros educativos, assegurar o acesso a formações superiores e profissionais de qualidade e aumentar de forma significativa o número de pessoas com a formação necessária para adentar ao mercado laboral.

Outras das metas contemplam o aporte de elementos que são vistos como essenciais para o cumprimento dos propósitos mencionados anteriormente, como é o caso do aumento considerável do número de bolsas e ajuda ao estudo a nível mundial e um aumento substancial na oferta de docentes qualificados para países em vias de desenvolvimento, objetivo no qual se valoriza também a possibilidade de fomentar a cooperação internacional.

Prêmios Internacionais de Alfabetização da UNESCO

Desde 1967 e com a intenção de premiar a excelência e a inovação em matéria de alfabetização, a UNESCO concede os Prêmios Internacionais de Alfabetização a iniciativas que promovam a alfabetização de maneira eficaz. Os prêmios são entregues anualmente na véspera do Dia Internacional da Alfabetização, e atualmente existem duas categorias:

  • O Prêmio de Alfabetização UNESCO-Rey Sejong; estabelecido em 1989 e do qual são entregues dois prêmios a cada ano. Conta com o apoio do governo sul coreano, pelo qual leva o nome de um célebre monarca coreano. Presta atenção a iniciativas relacionadas com o desenvolvimento e a alfabetização em língua materna.

 

  • O Prêmio UNESCO-Confúcio de Alfabetização; entregue desde 2005 a três premiados em cada edição, concentrando-se em projetos que aproximem a alfabetização a zonas rurais e a jovens não escolarizados, particularmente meninas e mulheres. É um prêmio que conta com o apoio do governo chinês.

 Iniciativas contra o analfabetismo

Atualmente, há uma infinidade de projetos que combatem o analfabetismo no mundo e apesar da grande maioria talvez nunca adquirir a notoriedade e os prêmios merecidos, todos eles causam um imenso impacto e empregam seu “grãozinho de areia” para construir um mundo melhor. Exemplos magníficos de iniciativas a favor da alfabetização são a Escuela de Mujeres de Frente em Quito (Equador), iniciada como um projeto pela alfabetização de detentas e que atualmente oferece classes para mulheres de todas as idades e diferentes procedências, a Escola flutuante idealizada por um professor filipino para conseguir aproximar a educação às crianças que não dispunham de meios para ir para a escola, ou a iniciativa do povo indiano de Bhilar de converter casas particulares em bibliotecas públicas.

 Alfabetização e o desenvolvimento de competências, lema de 2018

A definição de alfabetização foi modificada desde que se instaurou o Dia Internacional da Alfabetização, onde a UNESCO deseja enfatizar aspectos do ensino a cada ano. Sendo assim, em 2017, o tema escolhido foi a alfabetização na era digital, com o qual se fomentou a aprendizagem das habilidades necessárias para aproveitar o que nos oferecem as novas tecnologias, sendo que este ano será dada atenção à alfabetização e o desenvolvimento de competências, com o qual se dará especial ênfase ao desenvolvimento de capacidades que podem satisfazer as necessidades do mercado de trabalho em cada momento.

O papel das formações a distância

O crescimento das formações não presenciais dá uma ideia da importância que estas podem adquirir em um futuro não muito distante, particularmente relacionando com o que o Dia Internacional da Alfabetização pode oferecer com a temática de 2018, uma vez que são oferecidas formação e capacitações profissionais em disciplinas muito diferentes a pessoas que podem encontrar-se em dificuldades de comparecer presencialmente a estas classes nas escolas e centros educacionais.

Nesta linha, a intenção da FUNIBER é precisamente facilitar o acesso a toda classe de pessoas a mestrados, doutoras e especializações universitárias de qualidade, por isso patrocinando as titulações superiores on-line da rede universitária com a qual colabora. Ainda assim, a Fundação oferece facilidades econômicas para poder cursar as formações mediante seu Programa de Bolsas, um sistema de auxílios ao estudo na mesma sintonia com os objetivos estabelecidos pela UNESCO na Agenda 2030.

A adesão da FUNIBER ao Dia Internacional da Alfabetização ratifica o sólido compromisso da Fundação com a Responsabilidade Social Coorporativa, demonstrando mais uma vez sua vontade de promover a educação, o conhecimento e a cultura, assim como de perpetuar o pensamento crítico e a criatividade, princípios que estão estreitamente relacionados com todas e cada uma das atividades que a FUNIBER realiza.

 

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São realizadas as primeiras práticas virtuais do Mestrado em Coaching Individual e Liderança Organizacional

São realizadas as primeiras práticas virtuais do Mestrado em Coaching Individual e Liderança Organizacional

Notícias, Opiniões dos alunos

O Mestrado em Coaching Individual e Liderança Organizacional que a FUNIBER patrocina é uma formação que, como explicou sua diretora acadêmica, Vanessa Yélamos, oferece aos estudantes diversas oportunidades de colocar em prática os conhecimentos adquiridos em diversos formatos, um deles consiste em uma série de sessões práticas virtuais, a primeira das quais ocorreu no passado 24 de maio.

Estas práticas virtuais são realizadas a cada 3 meses, aproximadamente, e contarão com um tutor, que nesta ocasião foi a própria Vanessa Yélamos, e pelo menos 8 estudantes. Em cada uma destas práticas, um dos alunos atuará como coach em um caso prático no qual outro estudante atuará de cliente ou coachee, com uns objetivos determinados que irão variar em função do estudante e seu nível de experiência. Cada sessão estará centrada em diferentes competências e fases do processo de Coaching.

Os exercícios virtuais procuram colocar em prática a teoria que os alunos vão estudando ao longo do Mestrado, e também estimular a aprendizagem coletiva, já que os papéis de coach e coachee giram ao longo da sessão, com o qual todos os estudantes presentes aprendem de primeira mão e também podem analisar o trabalho de seus colegas e podem oferecer feedback.

Os estudantes se mostraram muito satisfeitos com esta primeira sessão prática virtual:

  • Claudia Quezada, do Chile, que declarou “o que mais avalia da prática é a possibilidade de colocar em ação os conhecimentos aprendidos nas disciplinas, interagir com os demais dos meus colegas e, sobretudo, poder aprender de pessoas mais especialistas e com mais conhecimento e prática, como a professora Vanessa”.

  • Esther Mercado, do Uruguai, disse que “o que mais valoriza é poder validar as dúvidas e dispor de uma professora que, a partir de sua grande experiência e conhecimento, se presta pacientemente para esclarecer, o que ajuda a melhorar a cada dia”

  • A estudante colombiana Silvia Martínez se expressou em termos similares: “o que mais avalia é poder praticar e ter a oportunidade de me equivocar e ser consciente de minhas áreas para melhorar para poder crescer mais e seguir aprendendo”.

  • “O que mais valorizo da prática realizada é o poder discutir e esclarecer dúvidas sobre a aplicação da teoria, o que enriquece muito a todos os participantes. Também valorizo a possibilidade de aproveitar a experiência da professora e dos colegas, é o único espaço real no qual podemos contrastar e enriquecer as diferentes interpretações, já que nos outros espaços cada participante está em um nível diferente da formação”, afirmou María Eufenia Luckert, da República Dominicana.

Os alunos do Mestrado em Coaching Individual e Liderança Organizacional também deverão, como tarefa em uma das disciplinas, encontrar de 3 a 5 pessoas de seu entorno para realizar uma série de práticas exigidas pela International Coach Federation (ICF).

Os estudantes que tomam parte nas práticas virtuais terão a oportunidade de avaliar as sessões, ao final de cada uma delas, mediante pesquisa, nas que os alunos poderão também contribuir com sugestões para melhorar a seguinte prática, ou adaptá-la a suas necessidades de formação.

 

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