Vivian Lipari fala do novo Mestrado em Saúde Pública que FUNIBER patrocina

Vivian Lipari fala do novo Mestrado em Saúde Pública que FUNIBER patrocina

Docentes

Vivian Lipari é a coordenadora acadêmica do novo programa de Mestrado em Saúde Pública que patrocina a Fundação Universitária Ibero-americana (FUNIBER) e que titulam a Universidad Europea del Atlántico (UNEATLANTICO) e a Universidad Internacional Iberoamericana de México (UNINI México).

A professora Vivian Lipari é graduada em Odontologia, Mestre em Saúde Pública, e possui mais de 10 anos de experiência em docência universitária e em gestão de projetos de Cooperação Internacional e de Pesquisa, desenvolvimento e inovação (P+D+i).

Quais são os objetivos do Mestrado em Saúde Pública?

O Mestrado em Saúde Pública tem o objetivo de formar profissionais que possam satisfazer as necessidades dos sistemas de saúde pública; o que inclui projetar, administrar e aplicar planos de ação. Os estudantes também aprenderão a detectar e prever problemas que possam afetar ou alterar as ações da saúde pública e a promover ações de formação.

No que consiste o programa de estudos do Mestrado?

O programa de estudos tem duas partes muito diferenciadas; a primeira é conformada pelo grosso das disciplinas que os estudantes cursarão, e a segunda inclui o Projeto Final de Mestrado, que os alunos fecharão com a defesa de sua tese.

O Mestrado consta de 16 disciplinas que formarão ao estudante em temas relacionados com a investigação científica e a saúde pública. Posteriormente, os estudantes terão que escolher um dos quatro módulos optativos de especialização; saúde ambiental, nutrição comunitária, saúde ocupacional ou gestão em saúde pública. Ao finalizar esta especialização poderá iniciar o Projeto Final.

A quem é dirigido o Mestrado?

O programa vai dirigido especialmente a dois perfis de estudantes; licenciados e graduados em campos como a medicina, a enfermaria, a biologia, ou a veterinária que desejem desenvolver atividades profissionais ou inquiridoras no setor da saúde pública; profissionais; e, por outro lado, licenciados de outros campos que desejem uma maior formação para um melhor desempenho de sua atividade trabalhista.

Quais possibilidades profissionais podem esperar os estudantes que realizam o Mestrado?

Os que finalizam com sucesso o Mestrado poderá trabalhar em âmbitos como a Administração de Saúde Pública e Privada, Gestão de Serviços Sanitários e Sociais, Pesquisa no âmbito da Gestão Sanitária Pública e Privada e, por último, à docência.

Que metodologia propõe a FUNIBER para a realização do Mestrado?

Este Mestrado é cursado a distância, com uma metodologia assincrônica em que os estudantes poderão estudar em seu tempo livre. Os estudos são pensados para ser colaborativos e participativos, com estudantes de diferentes países trabalhando conjuntamente. Os alunos interagem com professores e colegas de maneira constante.

Na plataforma podem ser encontradas ferramentas diversas como vídeos, leituras, fóruns e casos práticos.

Em quantos anos pode-se finalizar o Mestrado?

O programa foi pensado para ser finalizado em dois anos, aproximadamente.

O que se pode esperar dos estudantes neste Mestrado?

Os alunos podem esperar uma preparação completa e atualizada que lhes permita fazer frente aos problemas e desafios que se encontram os profissionais do setor da Saúde Pública. A formação que receberá o alunado será de acordo com as mudanças que experimentam as sociedades hoje em dia.

Que recomendações, você faria a um aluno que está a ponto de começar o Mestrado?

Recomendaria que se informe bem sobre a metodologia de estudos, para que organize seu tempo de estudo desde o começo e poder, assim, aproveitar todas as ferramentas que oferece o campus virtual.

A nível mais logístico, acredito que é conveniente ter em mente que será necessário poder acessar de forma regular a um bom ambiente que permita estudar a consciência e com concentração. Isso, junto à disciplina e a perseverança, um elemento principal.

 

 

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Sandra Gervilla apresenta o novo Mestrado em Nutrição, Atividade Física e Esporte patrocinado pela FUNIBER

Sandra Gervilla apresenta o novo Mestrado em Nutrição, Atividade Física e Esporte patrocinado pela FUNIBER

Docentes

Sandra Gervilla é a coordenadora acadêmica e docente do novo Mestrado em Nutrição, Atividade Física e Esporte patrocinado pela Fundação Universitária Iberoamericana, titulado pela Universidad Europea del Atlántico (UNEATLANTICO).

A professora Sandra Gervilla é graduada em Nutrição Humana e Dietética, Mestre em Atividade Física e Saúde e Cineantropometrista ISAK Nível I.

Quais são os objetivos do Mestrado em Nutrição, Atividade Física e Esporte?

Com este Mestrado busca-se formar profissionais nas áreas da nutrição e a atividade física, tanto para sua aplicação na área da saúde como para o desempenho esportivo.

Cada vez mais estudos dão muita importância à nutrição para melhorar o rendimento esportivo. Qual papel, você acredita que tem a alimentação na vida de um esportista? E como ferramenta para melhorar ou manter a saúde da população em geral?

O esporte, e especialmente o de competição, é uma atividade que requer do praticante certas capacidades físicas e também muita disciplina, que envolve seguir planos de treinamento rigorosos e dietas especificamente projetadas para a consecução dos objetivos. Ao aumentar o nível de competição convém aperfeiçoar o cuidado de cada um desses elementos para otimizar os resultados do treinamento e aproveitar o potencial do corpo, nesses casos aspectos como o planejamento nutricional exercem maior importância, podendo chegar a ser fatores importantes e inclusive determinantes para a consecução dos objetivos.

Por outro lado, a nutrição é um dos pilares básicos para a promoção, melhora e manutenção da saúde. Todo aquele que spot umas dietas alimentares saudáveis a sua dieta contribui em grande medida à melhoria de sua condição física e de saúde, diminuindo o risco de doenças e melhorando sua qualidade de vida.

Em matéria de nutrição esportiva, muita gente recorre a suplementos proteicos ou energéticos. Como podem ajudar a um esportista?

Dado o crescente aumento de pessoas preocupadas com seu físico, muita gente recorreu ao consumo de suplementos nutricionais. Os suplementos proteicos exercem especial importância neste contexto, já que seu efeito no aumento na síntese de massa muscular e a redução da massa gorda chama a atenção de muitos usuários. Entretanto, na maioria dos casos sua utilização não é necessária e podem obter resultados similares mediante um treinamento adequado e uma prescrição nutricional adaptada a suas condições e necessidades.

No caso dos suplementos energéticos, talvez sua utilização não se vincule tanto ao perfil de usuário de ginásio e sim mais ao do esportista de resistência, embora em muitas ocasiões sujeitos iniciados na prática de esportes de resistência como pode ser o atletismo fazem uso deste tipo de suplementos sem ser estritamente necessários nem fazer um uso devidamente controlado deles. Terá que levar em conta que um mau uso de qualquer destes produtos pode resultar em uma diminuição do rendimento ou inclusive, em problemas de saúde.

É recomendável o uso de suplementos proteicos para pessoas com obesidade ou a quem lhe tenha diagnosticado alguma patologia?

Devido ao efeito anabólico da mesma e à desejada perda de gordura de pessoas com sobrepeso ou obesidade, poderia parecer recomendável a ingestão desses suplementos acompanhada da prática do exercício físico. Entretanto, a educação nutricional junto com a aquisição do hábito de prática de atividade física seriam os pilares fundamentais para este tipo de perfis, não os suplementos.

A respeito disso, diversos estudos mostraram que a ingestão de Whey protein melhora a composição corporal e reduz alguns fatores de risco cardiovascular. Entretanto, outras pesquisas observaram interferências com a captação de glicose mediada pela insulina em pacientes com suplementação proteica crônica, sendo, portanto, um fator importante a destacar em pacientes em perigo de sofrer de insulino-resistência, ou que já a padeçam.

Em que consiste o programa de estudos do Mestrado?

O Mestrado apresenta blocos claramente diferenciados como a aprendizagem e a aplicação de métodos de pesquisa, as corretas aplicações de dietas de nutrição e de exercício físico com objetivos relacionados com a saúde e, por último, o uso da nutrição e a atividade física para otimizar o rendimento esportivo.

A quem será destinado o Mestrado?

O Mestrado será direcionado a licenciados e graduados nas áreas de Nutrição, Ciências da Saúde e Ciências da Atividade Física e o Esporte.

Quais possibilidades profissionais podem esperar os estudantes que realizem o Mestrado?

Este Mestrado permite a formação de profissionais com interesse na atividade física e a nutrição para poder dedicar-se à promoção da saúde, e a melhoria do rendimento esportivo, também é útil para aquelas pessoas que já se dedicam a estes âmbitos e desejem uma atualização de seus conhecimentos para poder oferecer melhores serviços.

Qual metodologia propõe a FUNIBER para a realização do Mestrado?

A metodologia tem um caráter global e colaborativo entre estudantes e também com o pessoal docente. Mediante a formação contínua, o aluno poderá aproveitar todas as vantagens da formação on-line.

Em quantos anos o Mestrado pode ser concluído?

O Mestrado pode ser concluído em um período de dois anos aproximadamente.

O que se espera dos estudantes neste Mestrado?

Espera-se que todos os alunos que iniciem o Mestrado estejam motivados pela realização da mesma e que ponham todo o interesse possível para aproveitar ao máximo a experiência e aplicar o aprendido a sua vida profissional.

Quais recomendações, você faria para quem pretende começar o Mestrado?

Recomendaria que sega a estrutura do programa para poder aproveitar todas as possibilidades de aprendizagem possíveis. É aconselhável também interagir com os tutores e, é obvio com seus companheiros, aproveitando assim a pluralidade dos estudantes do Mestrado, que serão alunos de todo o mundo.

 

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Você sabe como aproveitar o crescimento da China e seus efeitos na Espanha e na América Latina?

Você sabe como aproveitar o crescimento da China e seus efeitos na Espanha e na América Latina?

Docentes

Há anos a China é vista como a próxima grande potência mundial, mas são previsões feitas recentemente que colocam o gigante asiático como o país dominante na próxima década. Entender a China, suas complexidades diante dessa mudança hipotética e também as oportunidades que o gigante asiático e seu enorme mercado oferecem, de acordo com Carlos Marcuello, será muito importante que a Espanha e os países latino-americanos possam desenvolver as melhores estratégias e obter o máximo benefício de suas relações com o país mais populoso do mundo.

Carlos Marcuello é diretor acadêmico e professor do Mestrado em Administração e Direção de Empresas (MBA) e do Mestrado em Negócios com a China e Ásia-Pacífico, ambos programas titulados pela Universidad Europea del Atlántico (UNEATLÁNTICO) e patrocinados pela Fundação Universitária Iberoamericana (FUNIBER). Atualmente, Marcuello também é doutorando em História Econômica pelas universidades de Barcelona e Carlos III de Madri.

Quando está previsto que a China se tornará definitivamente a primeira potência mundial?

A China é, desde 2014, a principal economia do mundo por PIB em paridade de poder aquisitivo e, desde 2008, a segunda em termos nominais. Também é o principal agente comercial do mundo, o segundo investidor global e um dos maiores credores. No entanto, embora a China já seja uma superpotência econômica global, seu poder geopolítico e financeiro está muito longe dos Estados Unidos. Nesse sentido, o gigante asiático não quer, nem pode, se estabelecer como o líder hegemônico do mundo, mas é verdade que avançou muitos passos em poucos anos. Washington observa como perde poder devido à crescente influência de seu rival (e parceiro, por outro lado).

Qual é o motivo para a recente redução do crescimento econômico da China?

Existem dois fatores principais. O primeiro refere-se a consolidação e maturidade da economia, que cresceu muito em renda per capita, portanto os índices de crescimento estão diminuindo, já que a China é um país cada vez mais desenvolvido. O segundo fator é explicado pela estratégia do governo de Xi Jinping, que vem apostando há anos na diversificação das produções e também em beneficiar o mercado interno e o investimento internacional emitido, menos pela produção e exportação de manufaturas de baixo valor agregado e investimento internacional recebido, chave para a expansão das últimas décadas.

Quais setores da economia chinesa terão maior crescimento nos próximos anos?

A China está comprometida com setores econômicos de alto valor agregado. Nesse sentido, as principais indústrias, serviços avançados e tecnologias da informação e da comunicação estão progredindo em um nível surpreendente para um país, teoricamente, ainda em desenvolvimento. O regime está impulsionando a inovação de forma muito decidida, e isso pode ser observado nos investimentos em educação superior, ciência e tecnologia, bem como no crescimento exponencial do registro de patentes.

Qual é o relacionamento da China com a América Latina e como você acha que isso vai evoluir? E no caso da Espanha?

Os motivos pelos quais a China investe e comercializa com a América Latina e as razões pelas quais a China precisa de tais fluxos parecem claras, embora o fenômeno seja complexo de diversos pontos de vista. De um modo geral, o gigante asiático vê a região como um fornecedor estratégico de matérias-primas, e também como um atraente mercado de 600 milhões de consumidores. Entretanto, os países latino-americanos fizeram da China um parceiro comercial estratégico e um investidor e credor relevante com o objetivo de diversificar suas relações econômicas internacionais, tradicionalmente muito determinadas pelos Estados Unidos e pela Europa.

No caso da Espanha, os vínculos econômicos não são tão intensos como com outras potências europeias (Alemanha, França, Reino Unido), mas são crescentes e promissores. Temos um alto déficit comercial com o gigante asiático, entretanto, estamos recebendo cada vez mais investimentos e turistas, o que ajuda a equilibrar o relacionamento.

Quais setores das economias ibero-americanas e espanhola serão mais beneficiadas com o crescimento da China? É possível ocorrer um aumento de emprego nesses setores?

Se os países latino-americanos aproveitarem as oportunidades que o progresso chinês oferece ao mundo, poderão obter mais benefícios em áreas de maior valor do que o setor extrativo e primário. É um desafio complexo, já que a inércia das últimas décadas é forte, mas é possível e desejável promover o compromisso da China com uma maior presença econômica na indústria e serviços da região e não tanto para a energia, mineração e agricultura como tem sido até agora.

Quanto à Espanha, é necessário aumentar e diversificar seus laços com a China, além de corrigir o déficit comercial já mencionado. Deve-se notar que o grupo de países latino-americanos mantém, no entanto, um equilíbrio comercial com o gigante asiático, com exceção do México, com um desequilíbrio muito alto em relação a ele.

Como o Mestrado em Negócios com a China e Ásia-Pacífico prepara os estudantes para esse novo cenário sociopolítico e econômico? Qual é o principal objetivo do Mestrado?

O Mestrado em Negócios com a China e Ásia-Pacífico (MNCAP), promovido pela FUNIBER com titulação pela Universidad Europea del Atlántico (Espanha), é um programa rigoroso e inovador, que aposta pelo conhecimento do sistema institucional, economia e o mercado da China, bem como para treinar seus alunos para lidar e negociar com profissionais chineses. Nesse sentido, responde a uma demanda estratégica dual: compreender a China e os chineses para aproveitar melhor as oportunidades que a presença econômica dessa potência oferece em nossos respectivos países, assim como para saber abordar o mercado chinês, um desafio pendente para a maioria de nossas empresas. O mestrado, por outro lado, também aborda a realidade, em um nível mais geral, dos países ao redor da China; Japão, Coréia do Sul e o sudeste asiático em geral.

É possível desenvolver uma estratégia latino-americana para os investimentos chineses?

É desejável que a América Latina atue regionalmente, a fim de adquirir força diante de uma contraparte tão poderosa como a China. No entanto, a região é um conjunto de países com interesses muito diversos. Além disso, destacam-se dois processos de integração regional, de diferentes enfoques geopolíticos e econômicos, a Aliança do Pacífico e o Mercosul. A China, por sua vez, mantém laços, em maior ou menor grau, com todos os países latinos, sem estar condicionada por assuntos internos e rivalidades intrarregionais.

Sim, houve iniciativas multilaterais, como o Fórum China – Comunidade de Estados Latino-americanos e Caribenhos (Celac), com duas cúpulas organizadas em 2015 e 2018, embora ainda tenha muito a ser feito nesse sentido.

Em quais áreas você acha que será mais importante formar profissionais para facilitar o contato de empresas ibero-americanas com setores da economia chinesa e explorar as possibilidades que esse contato oferece?

As relações com a China, embora importantes e crescentes, serão mais relevantes a cada dia e, para isso, é necessário ter profissionais qualificados que entendam a realidade econômica e cultural da superpotência asiática. Ao mesmo tempo, devemos apostar nos bens e serviços que, de maior ou menor valor agregado, sejam de interesse para a China, e nisso cada país tem muito a oferecer, já que a demanda chinesa continuará crescendo e diversificando-se. Da mesma forma, as empresas latino-americanas e espanholas têm que apostar mais no mercado chinês, de enormes oportunidades, mas muito complexas e que exigem investimento, tempo e paciência para serem feitas.

Como tirar proveito das possibilidades que o crescente turismo chinês oferece, enquanto está sendo realizado de forma sustentável?

É fato que a região mais distante da China é justamente a América Latina, mas suas atrações culturais e naturais podem se tornar um grande atrativo para o crescente coletivo de turistas internacionais chineses. A América Latina e o Caribe ainda não são um destino prioritário para os chineses que querem viajar para fora de seu país, mas se houver compromisso com uma promoção eficaz e atender a esses visitantes respeitando suas idiossincrasias especiais, o sucesso está garantido. No caso da Espanha, certos ativos como a gastronomia, o futebol e o folclore estão popularizando-o como um destino crescente nesse sentido. Em todo caso, é necessário considerar o valor do turismo chinês não só pelo seu tamanho, mas também pela quantidade de dinheiro gasto no destino, muito mais do que a média dos turistas internacionais.

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