Opiniões FUNIBER: Gonzalo Mata, aluno mexicano de Mestrado bolsista pela FUNIBER: “O apoio da Fundação tem sido providencial”.

Opiniões FUNIBER: Gonzalo Mata, aluno mexicano bolsista pela FUNIBER: “O apoio da Fundação tem sido providencial”.

Opiniões dos alunos

Gonzalo Mata é um estudante mexicano que está finalizando o Projeto Final do Mestrado em Recursos Humanos e Gestão do Conhecimento, com titulação pela Universidad Internacional Iberoamericana (UNINI-México). Gonzalo nos chamou a atenção, entre outras questões, porque acumulou 40 anos de experiência como professor na Universidad Autónoma de San Luis Potosí (UASLP).

Para ele, o apoio recebido da equipe da FUNIBER foi decisivo para poder completar com sucesso as disciplinas do Mestrado. Afirma que a única desvantagem é não poder agradecer pessoalmente por toda a ajuda recebida.

Como soube da FUNIBER e da atividade da fundação?

Eu estava simplesmente procurando por mestrados e outros programas de pós-graduação e encontrei informações sobre a FUNIBER e boas referências.

O que fez você decidir pela FUNIBER?

O tratamento gentil da equipe quando falei com eles pela primeira vez e as facilidades para poder estudar. Naquela época eu estava em uma situação difícil no local de trabalho e na família, de modo que as facilidades oferecidas me fizeram decidir pela FUNIBER.

Você se sentiu apoiado e recebeu suporte em seus estudos?

Sim, de fato, posso afirmar que esse suporte tem sido um elemento decisivo para que eu possa terminar o mestrado. Todos os funcionários da FUNIBER, tanto administrativo quanto docente, me ajudaram muito, com muita gentileza, e sempre ofereceram muito encorajamento.

Como está sendo sua experiência com a fundação?

Como já apontei, a minha experiência pessoal com a Fundação está sendo maravilhosa, teria sido difícil para mim chegar a esta fase dos meus estudos sem o seu apoio. Academicamente falando, a verdade é que estudar a distância exige disciplina, e isso ajudou a desenvolver-me com mais segurança como professor da UASLP.

Quais são as vantagens e desvantagens deste sistema?

Eu acredito que estudar a distância tem muitas vantagens; por exemplo, é mais barato do que a educação convencional, posso adaptar os estudos aos meus horários e trabalhar em casa. Além disso, como eu disse, a equipe é muito atenciosa.

A verdade é que não encontrei nenhum problema em estudar a distância. Apenas lamento não ter tido a possibilidade de conhecer os membros da FUNIBER, que me ajudaram muito e poder agradecer-lhes pessoalmente por todo esse apoio.

Você acha mais difícil terminar seus estudos?

Nada é fácil na vida, mas com um pouco de sacrifício eu pude chegar até aqui. Eu queria completar meu sono, sacrifícios tão pequenos como trabalhar até tarde por várias noites e até passar fome para não dormir durante o estudo não envolviam grandes esforços.

O curso e os professores cumpriram com as suas expectativas?

Sim, esta formação acadêmica que estou recebendo está me permitindo atualizar muitos conteúdos e ser melhor no meu dia-a-dia na UASLP.

O que você destacaria sobre a sua experiência cursando os estudos patrocinados pela FUNIBER?

Que esses estudos e o patrocínio da FUNIBER estão permitindo minha superação na área acadêmica, pessoal e profissional, e cumprir um sonho que, de outra forma, não poderia ter sido alcançado.

Você pôde aplicar os conhecimentos adquiridos com a formação patrocinada pela FUNIBER?

Sim, acredito que sou um professor melhor e mais capacitado para ajudar os alunos. Além disso, esse mestrado permitiu familiarizar-me com ferramentas tecnológicas que não usava antes.

Você espera que o Mestrado em Recursos Humanos e Gestão de Conhecimento promovido pela FUNIBER lhe abra novos horizontes profissionais? Quais?

Sim, por agora vou participar no desenvolvimento de programas e disciplinas que serão estudadas a distância na UASLP para promover a formação contínua entre os estudantes universitários.

Porque você decidiu, após 38 anos como professor universitário, cursar este Mestrado em Recursos Humanos e Gestão do Conhecimento?

Bem, a verdade é que eu decidi aposentar-me então, com 74 anos e 38 deles como professor, mas então pensei que não estava com pressa, e que, enquanto estava em boa saúde, queria continuar ensinando. É por isso que cursei o Mestrado, isso me permite ser melhor no meu trabalho. E recentemente o Reitor da UASL me deu a medalha “Rafael Nieto Campean” pelos 40 anos de serviço de ensino na instituição.

Você recomendaria os programas patrocinados pela FUNIBER para algum amigo ou familiar estudar?

Sim, claro, eu já recomendo isso para várias pessoas e acredito que algumas delas já se inscreveram.

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Entrevista a Natalí de Oliveira, ganhadora do IV Concurso Publicação Solidária

Entrevista a Natalí de Oliveira, ganhadora do IV Concurso Publicação Solidária

Funi-concursos, Opiniões dos alunos, Publicaçao Solidaria 4

Natalí de Oliveira Alencar é a ganhadora do IV Concurso Publicação Solidária com um emocionante texto sobre a ONG Centro de Valorização da Vida (CVV). Esta aluna brasileira, natural de São Paulo, está estudando o Mestrado em Comunicação, patrocinado pela Fundação Universitária Iberoamericana (FUNIBER) com titulação pela Universidad Europea del Atlántico (UNEATLÁNTICO).

O prêmio por ter alcançada a vitória da quarta edição do concurso da FUNIBER Publicação Solidária está avaliado em 1000€, em que a estudante brasileira decidiu doar para a ONG CVV.

Conversamos com a ganhadora do IV Concurso Publicação Solidária para conhecer como foi sua experiência com o concurso:

Como conheceu o concurso?

Tomei ciência do concurso quando estava estudando uma das disciplinas do Mestrado no ambiente EAD da Funiber. Vi o banner, cliquei e decidi me inscrever.

Por que você decidiu participar do concurso?

Porque escrever é uma das minhas paixões e vi a possibilidade de ajudar uma ONG que eu também tenho profunda admiração pelo seu trabalho, que é o CVV (Centro de Valorização da Vida).

Saber que essa união ajudaria a ampliar a discussão sobre um assunto extremamente delicado, como o suicídio e a conscientizar as pessoas para essa reflexão, me motivou ainda mais.

Ainda que eu não ganhasse, só o fato de participar e levar o artigo ao conhecimento das pessoas contribuiu para que muitos passassem a conhecer o CVV e o seu trabalho. Assim, certamente poderia ajudar quem estivesse passando por algum momento difícil e precisasse do apoio emocional que os voluntários disponibilizam diariamente para prevenir o suicídio.

Como promoveu seu texto nas semifinais e na final?

Foi um trabalho de muita união e dedicação coletiva. Acionei os meus contatos em todas as plataformas sociais pedindo para as pessoas lerem e votarem e isso foi expandindo, chegando a outras cidades, blogs e até rádios comunitárias. Os voluntários do CVV também abraçaram a causa de uma maneira muito amorosa, especialmente os do CVV Virtual. E aí a corrente foi crescendo. Minha família também foi decisiva e ajudou a divulgar o texto em muitos grupos.

O que destacaria do concurso?

Destaco principalmente o fato de ser um gesto solidário. Oficialmente, quem ganha o prêmio é a ONG e estimular isso nas pessoas é muito bom, principalmente num mundo onde somos estimulados a sermos egoístas, a só pensarmos no nosso bem-estar e não no coletivo.

Angariar os votos não é fácil, mas é uma tarefa também de incentivar a solidariedade, de fazer com que essas pessoas dediquem um minuto para ler algo e votar, sem também receber nada em troca.

A divulgação do concurso é um espaço que dá visibilidade ao trabalho das ONGS, inclusive com projeção internacional.

Como você avalia sua experiência em participar no IV Concurso Publicação Solidária?

O artigo recebeu oficialmente 4174 votos, mas o post alcançou 1,7 mil reações no Facebook, 526 compartilhamentos e 351 comentários. Números que jamais pensei atingir. Se contar que ao menos uma pessoa a mais foi impactada, porque um se comprometeu a passar adiante, a conta aumenta.

Mas, não são só números, são pessoas que abraçaram uma causa, que se sensibilizaram e foram motivadas a falar sobre prevenção do suicídio e passaram a conhecer ou reforçaram o que já sabiam do CVV (Centro de Valorização da Vida). É um tema extremamente delicado, mas que precisa ser falado.

Então, mais do que ganhar ou doar o valor recebido para o CVV, o prêmio maior é saber que a esperança não é utopia, é verdade, não é sonho, é realidade. É quando nos unimos e deixamos de ser egoístas, quando fazemos o bem, sem olhar a quem e foi exatamente isso que todos vocês fizeram. Esse bem caminhará ainda por muito e muito tempo e ajudará muitas pessoas. E isso não tem preço.

Você pensa em participar de próximos concursos?

Penso sim, mas também penso em dar espaço para que outros trabalhos sejam vistos e conhecidos.

Como soube das atividades do CVV? Por que você decidiu se envolver nelas?

Eu tomei conhecimento do CVV por uma entrevista que ouvi em uma rádio e na hora achei que era um trabalho belíssimo e de um assunto que merece ser falado e deixar de ser tabu. Perdemos diariamente pessoas para o suicídio e muitos ainda tratam o assunto rodeado de pré-conceitos e mitos. É preciso ampliar a discussão e estar atento para as pessoas ao nosso redor, com uma escuta fraterna e sem julgamentos.

Como você avalia a possibilidade de divulgar as atividades da ONG Centro de Valorização da Vida?

Extremamente positivo. Toda ONG tem seu trabalho de divulgação, porém conta muito com o trabalho de formiguinha dos voluntários e admiradores da sua filosofia.

Algum comentário ou mensagem para suas colegas da fase final e para a comunidade da FUNIBER?

Sim, queria parabenizá-las por terem feito essa caminhada junto comigo. Elas falaram sobre projetos muito importantes e que também tratam de assuntos essenciais. Se dedicaram a escrever, a pedir votos e contaram, assim como eu, com muitas pessoas que abraçaram sua causa. Então meu profundo respeito e admiração por essas colegas, que um dia eu possa ter o prazer de conhecê-las e dar um abraço carinhoso.

Gostaria de agradecer à Funiber a oportunidade e que a iniciativa continue sendo realizada e promovida, melhorando a cada ano e trazendo boas notícias para as pessoas e para o mundo. Precisamos de mais solidariedade e amor ao próximo.

Em que a ONG CVV investirá o dinheiro do prêmio?

O CVV tem muitas atividades e está presente em muitos postos espalhados pelo Brasil todo. Tenho certeza que destinarão o valor para o que for necessário para ampliar esse trabalho. Essa vitória não é mina ou do CVV, é das pessoas que um dia possam precisar de apoio emocional e terão a chance de serem ouvidas. Nós e seus familiares, não as perderemos para o suicídio.

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O que fazer para estudar de forma mais eficiente?

O que fazer para estudar de forma mais eficiente?

Notícias, Opiniões dos alunos, Perguntas frequentes

Todo mundo que já foi estudante viu-se forçado alguma vez a memorizar grandes quantidades de texto em pouco tempo ou abusou do café ou das bebidas energéticas para dormir mais tarde e sacrificar horas de sono em benefício do estudo. Esses problemas que já afetam aqueles que são estudantes em tempo integral podem piorar deliberadamente no caso de estudos realizados a distância, que deve ser combinado com outra ocupação e a qual só podemos dedicar algum tempo do nosso tempo livre. Este é o caso de muitos estudantes que cursam formações por meio da rede universitária com a qual a Fundação Universitária Iberoamericana (FUNIBER) colabora. Por esse motivo, você pode encontrar a seguir uma pequena lista de dicas para ser mais eficiente e otimizar o tempo de estudo.

A importância das horas de sono.

De acordo com vários estudos, dormir é muito benéfico pois favorece a consolidação da memória, do crescimento e a aprendizagem. Mas não é necessário exagerar; 7 horas de sono são necessárias para tirar o máximo proveito do tempo estudado e obter as melhores notas possíveis, de acordo com um estudo do Universidade Brigham Young, publicado em The Eastern Economic Journal. Não é, portanto, aconselhável sacrificar horas de sono ou abusar do café na noite anterior a uma prova ou exame.

É bom testar-se com frequência.

A revista Science publicou há um tempo um estudo em que a realização de exames e testes para avaliar o que foi aprendido poderia aumentar o volume e a capacidade de aprendizagem em até 50%. Portanto, é aconselhável testar-se com frequência ou no final de cada unidade. Além disso, possui um efeito psicológico muito positivo e é que mantém alta a motivação e a atenção em cada módulo, pois está ciente dessa avaliação no final.

Fracionar o tempo de estudo.

O cérebro humano pode manter uma alta intensidade apenas por um certo tempo, o que geralmente não excede 20-30 minutos e, portanto, o conhecimento é melhor assimilado em pequenos intervalos, porém mais intensos do que em uma sessão longa e ininterrupta. Portanto, de acordo com o livro  Make it Stick: the Science of Successful Learning, publicado pela Universidade de Harvard, é aconselhável dividir o tempo e até mesmo espaçar as sessões; Por exemplo, é altamente recomendável alternar uma meia hora de estudo com 10 minutos de descanso.

Estabelecer uma rotina de estudo.

Um detalhe muito importante, especialmente quando falamos sobre o ensino a distância, situação em que a disciplina torna-se mais importante. É muito mais fácil para o cérebro assimilar o conhecimento se as matérias forem abordadas de forma organizada, estruturada e trabalhada todos os dias, para evitar a pressa de última hora e estudar até tarde da noite. Além disso, acostumar-se a um horário estável evita a tendência de pular sessões de estudo.

Ser proativo.

A atitude do aluno nunca deve ser passiva. O processo de estudo não pode consistir em sentar e começar a ler, você deve fugir da memorização literal e linear. O aluno deve procurar informações por conta própria, também adicionais, uma vez que isso envolve uma melhor preparação para questões abertas. Também é conveniente fazer anotações a mão, diagramas e resumos em folhas individuais usando as próprias palavras, e ser capaz de parafrasear as lições envolve um esforço ativo de compreensão para o cérebro, pois é assim que tentamos “fazer nosso” o conteúdo, nesse sentido funciona explicar a lição para alguém em voz alta com as próprias palavras, atividade que permite reformular a lição e se autoavaliar ao mesmo tempo.

Diversificar os estímulos.

O cérebro reage a muitos estímulos diferentes e essa é uma grande vantagem; usar canetas, marcadores e papéis coloridos são atividades visuais que ajudam a associar conceitos e assimilar conhecimentos. Gravar-se explicando a lição em voz alta e ouvir repetidamente a gravação é uma excelente ferramenta que estimula a aprendizagem por meio do canal auditivo.

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