Opinião de Camila Mansilla, aluna do Mestrado em Resolução de Conflitos e Mediação de FUNIBER

Opinião de Camila Mansilla, aluna do Mestrado em Resolução de Conflitos e Mediação de FUNIBER

Opiniões dos alunos

Camila Mansilla, aluna do Chile bolsista da FUNIBER do Mestrado em Resolução de Conflitos e Mediação, opina sobre sua experiência estudando a distância com a FUNIBER

Camila, natural de Punta Arenas (Chile), é Graduada em Psicologia pela Universidad de Magallanes. Também, é Graduada em Psicologia Clínica e Saúde pela Universidad Católica de Valparaíso. Além disso, tem o Mestrado em Resolução de Conflitos e Mediação patrocinado pela FUNIBER, com dupla titulação pela Universidad Europea del Atlántico (UNEATLANTICO) e pela Universidad Internacional Iberoamericana (UNINI).

Atualmente, a estudante chilena trabalha como Psicóloga no Centro de Rehabilitación Club de Leones Cruz del Sur, instituição especializada em medicina física integral e reabilitação.

Conversamos com Camila para que nos explique como foi sua experiência estudando a distância e como aplica os conhecimentos adquiridos em seu dia a dia profissional:

Por que você decidiu cursar o Mestrado em Resolução de Conflitos e Mediação da FUNIBER?

Decidi continuar com minha formação, escolhendo um programa de Pós-Graduação que se ajustasse às minhas necessidades, avaliando a possibilidade de estudar on-line como principal alternativa em minha zona de residência, considerando, além disso, a flexibilidade de tempos e horários, somando-se em ter sido beneficiada com a Bolsa de Estudo.

O que você mais gostou do Mestrado? O que destacaria?

Me agradou muito a interação e supervisão permanente dos docentes e tutores a cargo de cada módulo de aprendizagem, além da oportunidade de manter contato com companheiros de estudos de diversas nacionalidades, o que sem dúvida enriqueceu significativamente a experiência acadêmica.

O que você opina sobre o programa de estudos do Mestrado? E sobre os professores?

O programa estava muito claro e coerente, sendo os diversos módulos consequentemente apresentados com estrutura e objetivos de aprendizagem. Com respeito ao corpo docente, destaco a proximidade e prontidão com a qual responderam sempre as inquietações, além de proporcionar um oportuno feedback após desenvolver trabalhos avaliados.

Como Graduada em Psicologia, em que o Mestrado em Resolução de Conflitos e Mediação da FUNIBER contribuiu?

Contribui na maneira de abordar as problemáticas de tipo familiar, que são frequentemente trabalhadas em meu cargo atual; dado que a posição de terapeuta apoia-se em uma postura construtivista e sistêmica para oferecer à família consultante.

Como você está aplicando os conhecimentos adquiridos com o Mestrado em seu trabalho?

Principalmente, no âmbito das intervenções familiares efetuadas em meu trabalho, já que as famílias frequentemente costumam demandar mais de um motivo de atenção, ligados principalmente a contextos que correspondem a seu funcionamento, distribuição de papéis e responsabilidades a favor das crianças a cargo destas, que apresentam capacidades diferentes. Então, o olhar com um enfoque integrador e de busca de soluções que favoreçam a harmonia de seus integrantes foi de vital utilidade, além do desenvolvimento de processos de análise dos casos em maior profundidade.

Você já recebeu o título? Em caso positivo, quanto demorou em tê-lo em mãos?

Ambas as titulações demoraram aproximadamente 6 a 7 meses em ser recebidas, o que inclui a legalização de cada uma.

O que você diria às pessoas que estejam planejando estudar a distância com a FUNIBER?

Que se atrevam e se somem a esta grande oportunidade de enriquecer sua formação profissional, principalmente se residirem em zonas geograficamente isoladas (como em meu caso), através de um modelo de estudos flexível e de autogestão, no qual poderão conjugar conforme suas próprias necessidades os tempos e espaços para a revisão de conteúdos, término de atividades e avaliações com o apoio docente qualificado e oportuno que a instituição disponibiliza.

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Opinião de Ana Maria Nagem, aluna do Doutorado em Projetos da FUNIBER

Opinião de Ana Maria Nagem, aluna do Doutorado em Projetos da FUNIBER

Opiniões dos alunos

Ana Maria Nagem, aluna do Brasil, bolsista do Doutorado em Projetos da FUNIBER, participou da III Oficina Internacional sobre realização de Tese de Doutorado realizada pela Fundação

Durante o encontro, a estudante compartilhou seu conhecimento na área falando sobre o desenvolvimento de um projeto de arquitetura que preza pela acessibilidade.

Como a arquitetura pode contribuir no desenvolvimento da acessibilidade?

A arquitetura contribui de maneira substancial e estruturante no desenvolvimento, ou seja, na ampliação da acessibilidade. As linhas de trabalho deste projeto são a eliminação de barreiras físicas, que é o ponto de partida para o livre acesso a um edifício ou a algum espaço livre de uso coletivo. Em um ambiente cuja arquitetura permite o ingresso do maior número de pessoas, podemos dizer que a arquitetura é livre de quaisquer barreiras é um grande passo em direção ao desenho universal, aquele que é projetado para todos e que permite o uso indiscriminado por parte de indivíduos em todas as suas diversidades físicas, psicológicas, culturais, sociais, raciais, econômicas, etc.

Como surgiu sua paixão nesta área que envolve a melhoria da acessibilidade? 

Assim que comecei a entender a responsabilidade dos profissionais produtores, planejadores, criadores dos espaços, principalmente os de uso coletivo, percebi que somos importantes atores na leitura que cada indivíduo faz do ambiente que utiliza, ainda que seja de passagem. Se um ambiente cai em desuso, ou é evitado por um grupo de cidadãos, é porque não oferece algum tipo de acessibilidade… ou é esteticamente questionável, inseguro, desagregador, fragmentado, escuro, insalubre, mal cheiroso, de traçado confuso, de difícil leitura e percepção, ou seja, não oferece condições mínimas de apropriação. Quem é que se apaixona por algo que não lhe toca a alma? 

Em quais projetos que envolvem a melhoria da acessibilidade você participa?

Participo de vários projetos que me realizam enormemente, principalmente os ditos “espaços de uso social”. Nesse tipo de projeto é possível pensar a necessidade específica de seu usuário e planejar ambientes com cores mais intensas e vegetação aromática para os que têm acuidade visual reduzida, sem barreiras arquitetônicas para atender aos que apresentam dificuldade de locomoção, mesas, cadeiras e bancos firmes e mais altos adequados à fragilidade dos idosos, sinalização clara e bem definida, e finalmente, ambientes limpos, despoluídos, belos, confortáveis, acolhedores, para atender às necessidades de todos nós.

Em sua cidade, existem boas práticas nesta área? Conte-nos.

Sim. Belo Horizonte é uma cidade que oferece espaços muito agradáveis em que se pensou na eliminação de barreiras arquitetônicas, e nas práticas projetuais que promovem a inclusão e uma percepção, um olhar mais amplo da paisagem, como por exemplo, o jardim sensorial da Fundação Zoobotânica na Pampulha, a Praça das Águas no Parque das Mangabeiras, e outras ilhas de projetos acessíveis. Entretanto, estes espaços são poucos e resultam em ilhas de acessibilidade, deixando a desejar no que tange a uma visão sistêmica, ampla e universal dos espaços da cidade.

Como o governo pode trabalhar com a população para desenvolver medidas que ajudem às pessoas com deficiência?

O primeiro passo é o conhecimento do que é deficiência e dos princípios do design universal. A partir destes conhecimentos, é necessário traçar um plano de ação e de conscientização para que toda a população se aproprie da ideia de que os espaços da cidade devem ser desenhados para todos, utilizados por todos e apropriados por todos, independente de sua limitação ou especificidade de utilização desses espaços.

Quais as principais dificuldades para implantar um sistema de acessibilidade de qualidade?

O desconhecimento de que as pessoas com deficiência precisam de equipamentos e espaços, e até tempo maior para exercer as mesmas atividades daqueles sem limitação ou deficiência.

Por que os modelos antigos de acessibilidade não contribuem efetivamente para todos?

Porque são antigos, ou seja, se baseiam em parâmetros obsoletos. Atualmente sabe-se que é necessário permitir que a pessoa com deficiência exerça as atividades que ela consiga exercer e é importante facilitar, mas não fazer por ela. Garante-se, assim, a dignidade da pessoa que é útil e capaz para algumas atividades, e “incapaz” para outras, o que não lhe diminui o valor como ser humano, buscando, assim, equiparar oportunidades, conferir autonomia.

Qual seria um modelo ideal de acessibilidade?

Os modelos contemporâneos e atuais de acessibilidade, o desenho dos espaços coletivos, públicos e privados, busca respeitar os princípios do design universal: uso equitativo, uso flexível, uso simples e intuitivo, informação perceptível, baixo esforço físico, tolerância a erros, tamanho e espaço para aproximação e uso.

Como o estudo na FUNIBER tem contribuído para agregar informações sobre o assunto?

Tem contribuído muitíssimo. Primeiramente na ampliação do conhecimento, o que tem rebatimento imediato em minha (nossa) capacidade de articular e criar espaços melhores, em segundo lugar, assim que se entende e conhece as necessidades específicas do outro, de dificuldades e limitações diversas, é possível melhorar e acrescentar técnicas projetuais que colaborem com a utilização mais ampla dos espaços. E por último, a divulgação de cada trabalho dos alunos é uma fonte de conhecimento e pesquisa para outros e incrementa esta corrente que pretende requalificar os espaços urbanos, a utilização por todos, o respeito às diferenças, igualando oportunidade, no exercício da cidadania!

Como a III Oficina Internacional sobre Tese de Doutorado contribuiu para agregar conhecimento em sua pesquisa?

O intercâmbio de informação, o contato com os trabalhos de outros pesquisadores, ampliou-nos a capacidade de pensar em nossos próprios “dilemas”, suscitando-nos a busca por novos resultados, incentivando-nos a buscar novos paradigmas que fomentam o ineditismo das pesquisas que vimos sendo desenvolvidas.

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Faltam apenas 7 dias para conhecer os 10 semifinalistas do Olimpíadas FUNIBER

Faltam apenas 7 dias para conhecer os 10 semifinalistas do Olimpíadas FUNIBER

Olimpíadas Funiber

No próximo dia 19 de julho conheceremos os semifinalistas do concurso Olimpíadas FUNIBER

Ontem, 11 de julho, foi a data limite para inscrever-se e enviar o trabalho para o concurso Olimpíadas FUNIBER com a participação de alunos e ex-alunos bolsistas da FUNIBER de diferentes nacionalidades e países, com a finalidade de compartilhar sua própria visão dos Jogos Olímpicos Rio 2016.

Entre os participantes, como nos Jogos Olímpicos, encontramos representantes de diferentes países como Brasil, Colômbia, Espanha, Moçambique e Senegal, entre outros diversos lugares. Mas, que trabalho o jurado da FUNIBER escolherá para converter-se nos 10 semifinalistas do concurso Olimpíadas FUNIBER?

19 de julho, data marcada no calendário

Faltam apenas 7 dias para conhecer os 10 semifinalistas do concurso Olimpíadas FUNIBER. Hoje, o jurado encontra-se avaliando os trabalhos e tem a difícil tarefa de selecionar os participantes que terão a possibilidade de passar para a grande final.

Na terça-feira, 19 de julho, serão publicados no blog www.estudarnafuniber.com os 10 trabalhos escolhidos. A partir desse momento, será aberto um período de votação popular (através de likes do Facebook), que terminará dia 1 de agosto às 23h59 (horário da Espanha).

Conheceremos os 3 finalistas do concurso Olimpíadas FUNIBER neste mesmo blog no dia 2 de agosto. A mesma dinâmica será seguida: a comunidade da FUNIBER escolherá o ganhador do Concurso “Publicação Solidária” através de seus votos a partir do Facebook.

Que prêmios você pode ganhar?

O projeto de pesquisa vencedor, aquele que consiga mais likes no Facebook, além de receber o reconhecimento da comunidade da FUNIBER, ganhará uma Bolsa de Estudos de 80% para realizar algum dos Mestrados patrocinados pela Fundação, mediante a Rede Universitária em que colabora, que poderá ceder a um familiar. Mas isso não é tudo: também será premiado com um fantástico Tablet.

O segundo classificado também tem prêmio, neste caso receberá um maravilhoso Tablet.

Com o Tablet, por exemplo, poderá acessar o Campus Virtual da Fundação desde qualquer lugar e momento da maneira mais cômoda e fácil. Do mesmo modo, também poderá realizar todas aquelas tarefas que normalmente faz em seu computador.

Quem serão os 10 semifinalistas? No próximo dia 19 de julho saberemos.

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