Aluno da FUNIBER homenageado como o “Melhor Jornalista Equatoriano na Espanha”

Aluno da FUNIBER homenageado como o “Melhor Jornalista Equatoriano na Espanha”

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Jorge Luis Bowen Loor, aluno do Equador bolsista pela FUNIBER da Especialização em Jornalismo e Ciências da Informação, recebeu a homenagem como o “Melhor Jornalista Equatoriano na Espanha”

Jorge, natural de Portoviejo, Manabí (Equador), possui formação tanto na área empresarial como em comunicação, especializado em comunicação social, jornalismo digital, marketing empresarial e publicidade, entre outros campos. Além disso, o estudante do Equador possui a Especialização em Jornalismo e Ciências da Informação patrocinada pela FUNIBER, com a titulação pela Universidad Europea del Atlántico (UNEATLANTICO).

Atualmente, o aluno do Equador reside em Madri (Espanha), onde trabalha como Jornalista – Articulista para o meio de comunicação equatoriano “El Diario”, de sua cidade natal.

Recentemente, graças ao seu trabalho como jornalista, Jorge Luis Bowen Loor foi reconhecido pela Confederação Nacional de Jornalista do Equador como o “Melhor Jornalista Equatoriano na Espanha”.

O que significa para você ter sido reconhecido como o “Melhor Jornalista Equatoriano na Espanha”?

Este reconhecimento significa: O esforço e dedicação constante na busca e investigação da verdade, dos fatos ocorridos em nossa sociedade. Expor a informação ou opinião própria sobre qualquer tópico ou acontecimento com objetividade, honestidade e em honra à verdade.

Como te ajudou a Especialização em Jornalismo e Ciências da Informação da FUNIBER para ganhar este prêmio?

O programa de Especialização em “Jornalismo e Ciências da Informação” me ajudou a desenvolver: Tanto o conhecimento prático e moderno, como o campo da pesquisa e o tratamento da informação jornalística. Além disso, esta homenagem e reconhecimento também são referências da minha trajetória jornalística no Equador e em Madri (Espanha).

O que você mais gostou da Especialização. O que destacaria?

Destacaria o feelback; tanto em termos de gestão, acadêmico e da banca avaliadora. Como os seus conteúdos, essenciais na Fundação Universitária Iberoamericana (FUNIBER).

O que opina sobre os professores da Especialização em Jornalismo e Ciências da Informação da FUNIBER? E dos conteúdos do programa de estudos?

Os professores da Especialização em “Jornalismo e Ciências da Informação” da FUNIBER, são renomados profissionais no campo jornalístico e da comunicação social, que com a sua bagagem e experiência, seus conteúdos foram compreensíveis por sua linguagem fluida e assimilável.

Como está aplicando os conhecimentos aprendidos com a FUNIBER em sua área profissional?

Os conhecimentos aprendidos no programa de Especialização, tenho aplicado: tanto em meu desenvolvimento pessoal como no profissional. Que são de grande ajuda na elaboração de meus trabalhos.

O prêmio, sem dúvida, é muito importante profissionalmente. Que recomendações você daria a outros alunos da FUNIBER que queiram ganhar destaque em sua profissão?

É uma excelente oportunidade que nos fornece a FUNIBER nos diferentes programas acadêmicos. Convido a todos que aproveitem estes programas que são titulados por renomadas Universidades Internacionais. Compartilhando conhecimento europeu e latino-americano.

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Aluno de Honduras publica artigo em importante meio de comunicação

Aluno de Honduras entrevistado em importante meio de comunicação

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Jorge Matute, aluno de Honduras bolsista pela FUNIBER do Mestrado em Comunicação, foi entrevistado no El Pulso

José Jorge, natural de Tegucigalpa (Honduras), é licenciado em Comunicação e Publicidade pela Universidad Tecnológica Centroamericana (UNITEC). Também, tem Mestrado em Administração de Vendas e Publicidade pela Universidad Metropolitana de Honduras.

Além disso, o aluno de Honduras está estudando o Mestrado em Comunicação patrocinado pela FUNIBER, com titulação pela Universidad Europea del Atlántico (UNEATLANTICO).

Ao longo de sua trajetória profissional, o estudante de Honduras trabalhou como produtor audiovisual web para El Heraldo, o periódico digital mais importante de Honduras, e como Community Manager na famosa agência de publicidade Saatchi & Saatchi. Atualmente, é assistente de produção multimídia na Secretaria de Direitos Humanos, Justiça, Governança e Descentralização de Honduras.

Por outro lado, nestes anos de desenvolvimento profissional, José Jorge também foi agraciado com o segundo prêmio no concurso ProPan da Organização Mundial da Saúde e da Organização Pan-americana da Saúde, graças ao vídeo “Paolo Aprende a Comer” que produziu com Lizzie Diaz.

Recentemente, o aluno hondurenho foi entrevistado para falar sobre o contexto digital de Honduras, no El Pulso, no artigo intitulado “A Política Hondurenha, o analfabetismo digital e as notícias falsas”.
Como chegou a ser entrevistado no El Pulso?

Os colegas do El Pulso consideraram oportuno revisar o atual contexto digital de Honduras nas redes sociais pertinente ao uso, ética e intercâmbio de ideias, enfatizando especificamente em calúnias, injúrias e regulação do conteúdo compartilhado pelos seus usuários, em particular os candidatos a cargos públicos e a deputados. Anteriormente, eu havia compartilhado um artigo de pesquisa que escrevi para minha aula de Sociedade da Informação e Novas Tecnologias da Comunicação, lecionada pela professora da FUNIBER, Mariana Dornelles, e consideraram que minha contribuição seria útil para eles.

Humildemente, aceitei e com fundamentos respondi todas as suas perguntas, graças a FUNIBER. Um dado curioso: meu artigo original é um trabalho de reposição, que desenvolvi depois de não ser aprovado no exame final. Um fato pouco comum em meu perfil acadêmico, porque sempre aspiro obter boas notas e, geralmente, alcanço. Não foi agradável aceitar que havia reprovado na disciplina, mas, ao questionar sobre a matéria, especificamente, alfabetização digital crítica, levou-me a compreender um tema que me apaixona e considero inovador e importantíssimo para a transformação de qualquer sociedade. Para mim, vejo que o processo da FUNIBER funciona, fomenta a perseverança e a autossuperação.

Quais são as principais conclusões do artigo? 

O artigo considera necessária a proteção da liberdade de expressão nas redes sociais como um direito humano inalienável e prioriza a importância da educação na alfabetização digital crítica acerca da regulamentação de conteúdos digitais nos mesmos. Você pode ler o artigo aqui.

Por que é tão importante a alfabetização digital? 

Lembramos que a alfabetização digital é uma primeira etapa cujos frutos são importantes, mas limitados se o avaliarmos no atual contexto da sociedade da informação, que requer uma formação em Alfabetização Digital Crítica (e uma eventual Alfabetização Midiática), uma etapa mais avançada, cuja meta é a formação de cidadãos digitais capazes de reduzir a exclusão digital e, consequentemente, a desigualdade socioeconômica entre sociedades através do cultivo de competências como a criatividade, a colaboração, a participação, o pensamento crítico, a veracidade, a habilidade de discernir e analisar a informação recebida.

Todas estas atitudes são as bases para fomentar a capacidade de produzir conteúdos informativos de valor, que ajudam o indivíduo obter metas pessoas, grupais e até sociais ao empoderá-lo nas NTIC, superando seu papel de consumidor passivo a prosumer ativo. Estes ensinos já estão em implementação na Europa através de esforços como Recommendation on the protection of minors and human dignity, Recommendation on Key Competence in Lifelong Learning and throughout Life  e Recommendation on empowering children in the new environment of information and communications,  que faz um chamado aos Estados-membros da EU para ajudar as crianças a se familiarizarem com o novo ambiente das TIC e para que sejam fornecidos os instrumentos necessários para “criar, produzir e distribuir conteúdos e comunicações” (Consejo de Europa, 2006). Não só protege os cidadãos digitais acerca da informação, mas empoderam suas populações a criar seus próprios conteúdos e discernir entre fontes confiáveis e notícias falsas.

Creio que Honduras necessita mais produtores de conteúdo valioso, novos e com diferentes pontos de vista fundamentados e verossímeis, para desenvolver nossa democracia e empoderar aqueles que só recebem informação arbitrária e não têm a cultura da análise e o pensamento crítico que, lamentavelmente, é o tipo de comunicação que prevalece em Honduras, seja privado ou público, de esquerda ou de direita, segundo minhas observações. No meu país, entretanto, lutamos contra o analfabetismo tradicional e a alfabetização digital básica é um privilégio. Creio que a ADC é fundamental para reduzir a exclusão digital e melhorar a qualidade de vida dos hondurenhos. Agora temos os meios de produção ao alcance, simplesmente necessitamos difundir os conhecimentos e aplicá-los.

Como a FUNIBER ajudou você para publicar este artigo?

Durante toda minha vida profissional, desejei encontrar aquilo cujo potencial possa transformar o mundo positivamente. Na medida em que avançava na minha carreira, aumentava meu desencanto com o tipo de sistema socioeconômico que regia a minha sociedade, minha carreia e a maioria do mundo. Comecei a acreditar que o mundo não podia mudar e que devia aceitar a realidade como tal. Graças aos conhecimentos adquiridos através da FUNIBER na área de alfabetização digital crítica, voltei a pensar grande, creio que posso fazer uma contribuição significativa na minha sociedade porque agora trabalho com confiança os conceitos de ponta da minha profissão, transformadores de paradigmas que podem impactar o mundo.

O quê você destacaria no Mestrado em Comunicação da FUNIBER?

O Mestrado da FUNIBER permite ao aluno desenvolver-se com o material de estudo. A gente pode aprender quando quiser, tomando como ponto de partida o conteúdo, as leituras recomendadas, os fóruns, as autoavaliações, os recursos multimídia e as contribuições dos docentes, mas, nunca deve-se limitar a eles. Considero que a metodologia permite o aluno fazer um caminho definido que pode levar a novos descobrimentos profissionais e de si mesmos se usar a curiosidade, a criatividade, o pensamento crítico, a reflexão e o colocar em prática.

Graças à FUNIBER aprendi que o estudo e o trabalho profissional não são uma meta traçada em anos, meses ou dias, mas sim um processo orgânico que jamais o aluno e a carreira terminam de desenvolver e aperfeiçoar. No meu caso particular, desejo aplicar os conhecimentos adquiridos para ser um agente de mudança para o bem-estar da cidadania, digital e analógica.

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Alunos da área de Formação de Professores participam do II Encontro de Educação da FUNIBER

Alunos da área de Formação de Professores participam do II Encontro de Educação da FUNIBER

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A FUNIBER realizou nos dias 25, 26 e 27 de janeiro, em Florianópolis (Brasil), o II Encontro de Educação que contou com a participação de alunos da área de Formação de Professores, que vieram de diferentes estados brasileiros e de países como a Argentina, Equador e Espanha

Mais de 60 alunos bolsistas pela FUNIBER, profissionais da educação e especialistas na área do ensino estiveram no encontro, em Florianópolis (Brasil), para discutir e refletir sobre como melhorar os métodos de ensino, tanto na educação presencial como na educação a distância.

Fomentando melhorias no ensino

Durante o evento, os participantes assistiriam a conferências ministradas por renomados especialistas na área do ensino, como a palestra de Rogério Santos, Doutor em Educação pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC); Patrícia Lima de Moraes, Doutora em Educação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS); e Rosimeri Jorge Da Silva, Professora da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC); entre outros.

Parte das apresentações do II Encontro de Educação foram transmitidas, ao vivo, (via streaming) para todos aqueles que não conseguiram se deslocar até Florianópolis, sendo acompanhadas por mais de 200 pessoas.

Os alunos bolsistas pela FUNIBER, também, apresentaram seus Projetos Finais de Dissertação e de Tese de Doutorado durante o evento, além de receber conselhos e orientações dos tutores da área de Formação de Professores da Fundação.

Entre os livros apresentados, destacam-se as apresentações da aluna Ana Maria Nagem, do Doutorado em Projetos da FUNIBER, que expôs a obra intitulada “Legislação e Ocupação de Belo Horizonte: Paisagem da Praça da Liberdade”; e o livro da estudante Maria da Graças Pires, do Doutorado em Educação da FUNIBER, com a obra intitulada “Um Novo Jeito de se Fazer Escola”.

Os participantes destacaram a importância de realizar eventos como este, que foi organizado pela FUNIBER, no Brasil, pelo segundo ano consecutivo. Com este pensamento, Ronildo Neumann, aluno do Brasil, bolsista pela FUNIBER, do Doutorado em Educação, assinalou que “a FUNIBER vem preencher um espaço em expansão no país, que é a educação a distância, proporcionando aos professores dos mais variados lugares do Brasil e do mundo a possibilidade de um aperfeiçoamento profissional”.

A seguir, confira algumas fotos do II Encontro de Educação realizado no Brasil:

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