Entrevista de Elisabete Santos, vice-campeã do concurso FuniMundial 2018 da FUNIBER

Elisabete Santos, vice-campeã do concurso FuniMundial 2018 da FUNIBER

Elisabete “Bety” Santos de Oliveira é aluna do Mestrado em Comunicação Corporativa patrocinado pela FUNIBER e titulado pela Universidade Europeia do Atlântico (UNEATLANTICO). A estudante de São Paulo (Brasil) finalizou o concurso da FUNIBER, FuniMundial 2018, em segundo lugar, após uma votação popular e graças ao seu trabalho fantástico Tática e Tradição“.

Como você soube do concurso?

Recebi a informação por e-mail, da Coordenadora Acadêmica da Área de Comunicação da FUNIBER, Mariana Dornelles.  Sou aluna, faço Mestrado em Comunicação e Jornalismo.

Por que você decidiu participar do concurso?

Antes de tudo, o que me interessou foi a bolsa de estudo. Depois, pensei em passar por uma experiência que ainda não tinha vivido: Falar sobre um tema desafiante, atual e interessante; competir mundialmente; construir conhecimentos conceituais, os quais têm muito peso por merecerem a todo momento atualização de informações, principalmente sobre escala dos jogadores e muito mais…

Como você promoveu seu texto nas semifinais e na final?

Divulguei o trabalho “Táticas e tradição” por meio de postagens em mídias sociais (Facebook, WhatsApp, Messenger, Instagram, correio eletrônico). O resultado foi alcançando não somente pelo voto direto dos colegas de rede, mas também pelo compartilhamento da postagem em seus feeds.

 O que você destacaria no concurso?

O concurso trouxe um ótimo desafio para os estudantes por tratar de um tema amplamente discutido, fazendo com que os participantes precisassem pensar além do comum. Contudo, o destaque fica por conta da grande variedade de subtemas sugeridos pela equipe da FUNIMUNDIAL, que permitiu alcançar variados cursos e áreas de pesquisa.

Como você avalia sua experiência participando do concurso FuniMundial 2018?

Avalio uma experiência diferente e desafiadora. Uma coisa é você escrever para um grupo de pessoas ou para o seu tutor; outra é escrever para o mundo e ser avaliada, na primeira fase, por uma banca experiente, composta por especialistas de diversas áreas de conhecimento.

Deseja participar dos próximos concursos?

Com certeza. Quero mais desafios e, quem sabe, conseguir uma bolsa de estudos que me favoreça fazer o doutorado mais adiante.

O que te levou a desenvolver o trabalho “Tática e Tradição“?

O subtema escolhido relaciona dois pontos que me despertaram o interesse imediato de pesquisa: as táticas que as equipes usam e as tradições de uma nação. Relacioná-los me proporcionou o maior desafio, pois durante as pesquisas, percebi que muitas seleções não apresentaram grau de relação com a história e cultura de seu país, pelo menos no meu olhar; além disso, o assunto é pouco explorado, o que dificulta selecionar informações e relacionar com o tema.

Outro desafio foi escolher o gênero textual. Optei pelo infográfico; primeiro, por ser um gênero que vem se destacando em vários meios de comunicação; segundo, por favorecer o desenvolvimento da redação em que une texto sucinto com imagens, dá a possibilidade de colocar o máximo de informações e tornar a leitura mais “leve” e agradável.

Você deixaria algum comentário ou mensagem para seus colegas na fase final e para a comunidade da FUNIBER?

Aos colegas da fase final, digo que é preciso ter coragem para seguir em frente e conquistar seus propósitos. Sendo assim, desejo muito entusiasmo, tudo de bom, muita sorte, sucesso e prosperidade em suas jornadas.

À comunidade da FUNIBER, mais do que um desejo, espero que mantenha os concursos para continuar dando oportunidade a todos de estudo e incentivo na construção de conhecimento. Muito obrigada FUNIBER por me proporcionar essa experiência inédita!