Opinião de Natalia Castia, aluna do Mestrado em Engenharia e Tecnologia Ambiental patrocinado pela FUNIBER

Opinião de Natalia Castia, aluna do Mestrado em Engenharia e Tecnologia Ambiental da FUNIBER

Natalia Castia, aluna da Argentina, bolsista pela FUNIBER do Mestrado em Engenharia e Tecnologia Ambiental, opina sobre a sua experiência estudando a distância

Natalia, natural de Río Gallegos (Argentina), é Graduada em Organização Industrial pela Universidad Tecnológica Nacional (UTN). Também possui o Mestrado em Engenharia e Tecnologia Ambiental patrocinada pela FUNIBER, com titulação pela Universidad Europea del Atlántico (UNEATLANTICO). Além disso, está fazendo um curso técnico em Higiene e Segurança no Trabalho na Universidad Siglo XXI.

Atualmente, a aluna da Argentina é Coordenadora de Extensão Áulica na Facultad Regional del Chubut, UTN, onde também é docente nas disciplinas de “Organização Industrial e Empresarial” e “Estatísticas e Custos” da carreira em Técnico Superior em Higiene e Segurança no Trabalho. Do mesmo modo, também é Professora das disciplinas de Tecnologias e Físico-Química em duas escolas de Nível Médio em Puerto Madryn.

Conversamos com a estudante da Argentina para conhecer a sua experiência estudando a distância:

Por que decidiu cursar o Mestrado em Engenharia e Tecnologia Ambiental patrocinado pela FUNIBER?

A experiência que tive, como estudante avançada, no Projeto de pesquisa relacionado à compostagem de algas marinhas permitiu-me ter uma aproximação importante à problemática ambiental; juntamente com o panorama geral sobre o âmbito industrial que adquiri na carreira, possibilitando que despertasse em mim o interesse pela gestão ambiental, sobretudo, na inquietação pelo desenvolvimento sustentável, refletindo sobre  a sustentabilidade desde o ponto de vista econômico, ambiental e social (desafio permanente em termos mundiais).

No ano de 2010, comecei a trabalhar em uma empresa de gestão de resíduos perigosos e esse foi o ponto de partida para que eu entrasse ainda mais na gestão ambiental. Embora na graduação, já tivesse noções básicas de proteção ambiental para o âmbito industrial e alguns aspectos legais, havia ainda mais caminho para percorrer e isso foi o que me levou a tomar a decisão de me aprofundar na temática.

O que você mais gostou do Mestrado? O que destacaria?

Fazer um curso realizado por uma equipe de docentes de outros países permite ter maior acesso a informação em relação às metodologias escolhidas por países mais desenvolvidos ou com problemáticas afins para a resolução de problemáticas que são planejadas recentemente em meu país de residência. Poder fazer uso da experiência de outras pessoas, equipes e governos que já atenderam a estas situações, embora ainda continuem na busca por melhores soluções, permite-nos alcançar os resultados para avançar em novas metodologias e aperfeiçoar as existentes, por isso, ter podido acessar a análise de casos ou informação pontual sobre diferentes metodologias e suas aplicações é o mais interessante nesse tipo de alternativas.

O que opina sobre os professores do Mestrado? E do programa de estudos?

O programa de estudos é completo em relação às temáticas que abrange. As análises de casos e a obrigatoriedade de os resolver para poder prestar os exames me permitiam descobrir e autoavaliar a apropriação dos conteúdos teóricos e o grau de entendimento dos mesmos.

No caso das práticas, foram muito mais úteis as de desenvolvimento do que as de opções múltiplas.

Acompanhar os programas de vídeos de casos reais e as aplicações das diferentes tecnologias existentes ajudou-me muito na visualização da teoria.

O tutor do meu projeto final soube me orientar adequadamente para o alcance do objetivo e esteve à disposição todas as vezes que precisei fazer consultas. Às vezes ressaltando esses detalhes difíceis de escutar, mas, inclusive, fazendo um esforço pela diferença do idioma, soube me orientar e acredito que alcançamos um bom resultado.

Como Graduada em Organização Industrial, em que o Mestrado em Engenharia e Tecnologia Ambiental da FUNIBER contribuiu para a sua formação?

Como Graduada em Organização Industrial o mestrado permitiu-se aprofundar ainda mais em uma área polêmica atualmente para a gestão empresarial, inclusive, com um ponto de vista mais crítico.

O que você diria às pessoas que estão planejando estudar a distância com a FUNIBER?

Poder realizar um curso de pós-graduação permite fazer um percurso acadêmico a partir de outras perspectivas. É importante ter tempo para o apreciar e aproveitar do conhecimento em todos os sentidos.

Com a graduação e a experiência de trabalho anterior, estudar é diferente, dado que é possível analisar de um ponto de vista crítico e não totalmente passivo de absorção de conceitos.

A comodidade possibilita o fato de poder estudar a distância, permite poder desfrutar do percurso no momento que cada um prefira e adiar quando for preciso sem perder o rumo. Isso faz que possamos seguir dando certa prioridade, também, a outros aspectos de nossas vidas como aniversários, eventos familiares, objetivos de trabalho importantes, etc.

Também é verdade, que com esta modalidade, fica nas mãos do estudante a responsabilidade pelo cumprimento de objetivos e a qualidade de suas apropriações de conhecimentos.

Minha sugestão é, para quem está pensando em começar uma pós-graduação, deve organizar-se e escolher o momento ideal para poder aproveitar e desfrutar ao máximo.

No pessoal, o mestrado acompanhou uma grande mudança importante em minha vida para a proteção ambiental, sem deixar de lado a visão crítica necessária para poder levar adiante a gestão industrial, mas com uma atenção diferente para as problemáticas levantadas e com a inquietação permanente de procurar o desenvolvimento empresarial equilibrado com a preservação ambiental e a qualidade de vida da sociedade.

Não apenas para o âmbito laboral, mas também da reflexão, como cidadã integrante da sociedade, o que me levou a incorporar hábitos de vida diferente, assim como a promulgar entre os meus grupos de contato o cuidado ambiental em cada oportunidade que tenho.

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